Um pau para dois

Um pau para dois
Há dias fui a uma loja de materiais de construção que abriu recentemente, e decidi ir bem cedo para evitar muito trânsito e confusão. Também poderia aproveitar melhor o dia, resolvendo logo cedo o assunto.
Quando cheguei lá é que descobri que a loja só abria às 10:00h. Então fiquei no carro, no estacionamento, vendo o telemóvel.
Ao lado da loja, em frente a uma espécie de barraca/caravana de waffles, fica um wc. De onde eu estava, podia ver tudo. Foi aí que percebi uma certa movimentação no wc, que estava aberto… Um rapaz trintão, másculo e bem constituído entrou. Minutos depois saiu e ficou parado ali perto e entrou novamente no wc. Desconfiei… Eu fiquei a observar dentro do carro. Não demorou muito, e outro rapaz entrou também. Já imaginei que ali acontecia alguma coisa…
Esperei e nada deles saírem. Resolvi ir até lá ver o que se passava…
Quando entrei notei que era seguro, pois há um corredor até a porta do wc e dá para perceber de longe se entra alguém. Ao entrar, vi o trintão a urinar (ok… já te topei… tanto tempo a urinar???) e o outro lavava demoradamente as mãos no lavatório (deviam estar bem limpas já!). Fui  para os urinóis e parei ao lado do trintão, discretamente observando e bingo! – o gajo estava de pau duro! E que pau! O gajo era baixote, apesar de entroncado, mas surpreendia!
Urinei e fui lavar as mãos. Enquanto fiz isso, o outro foi para o urinol e ficou a disfarçar, fingindo que mijava. Como não aparento alinhar com homens, eles ficaram receosos e esperavam até que eu saísse. Mas então eu voltei para o urinol e fiquei entre os dois, o que imediatamente significou para eles que eu alinhava. O trintão afastou-se um pouco e pude ver melhor o seu belo pau. Uns 18 ou 19cm, grosso e bonito. Aliás, o gajo também era bem bonito, com cabelos castanhos e olhos verdes. Ele fez-me sinal oferecendo o pau e não me fiz de rogado. Agarrei e senti-o a pulsar na minha mão. Trocamos de lugar e ele ficou a olhar o reflexo na parede  de azulejos brancos, onde dava para ver se alguém entrasse na primeira porta.
Abaixei-me e abocanhei aquele caralho teso, o que arrancou dele um gemido baixo de satisfação. Enquanto isso o outro batia uma punheta enquanto nos observava, passando a língua nos lábios. O outro tipo era um homem moreno quase da minha altura, também forte, com barba cerrada que aparentava uns 40 e tal anos. Ar de macho bem interessante e tesudo.
Eu engolia o pau do trintão toda até aos pentelhos, acariciando os colhões dele. Apertava na boca e voltava devagar, sentindo-o tremer de prazer e o seu pau pulsar na minha boca cada vez que eu repetia esse movimento. Pouco depois, o homem moreno ajoelhou-se ao nosso lado e aproximou-se, lambendo os colhões do trintão enquanto eu engolia o caralho. As nossas bocas quase se encontravam na base do mastro do gajo, que recebendo um broche duplo de dois machos fez uma cara de fantasia realizada. Aos poucos fomos nos ajeitando sem parar de mamar o gajo, alternando o pau e os tomates e às vezes, beijando-nos com a cabeça rosada daquele caralho entre as nossas bocas.
Tudo isso acontecia num silêncio quase absoluto, apenas gemidos baixos dos três e o som molhado das nossas bocas saboreando aquele caralhão delicioso, que dava muita satisfação tanto para nós dois, e principalmente para o dono dele.
O barbudo levou a mão até ao meu pau teso que estava apertado nas calças e acariciou-me, agarrou na minha mão e levou-a até ao seu pau que já estava para fora desde o início da brincadeira. A sincronia era perfeita, parecia até que tinhamos ensaiado aquilo e em nenhum momento tiravamos a boca do pau do trintão tesudo. Tirei o meu pau para fora e senti o barbudo agarrar carinhosamente e bater de leve uma punheta, dando uma sensação boa enquanto eu engolia guloso o caralho do outro homem. Ele, o barbudo, sentou-se no chão e abocanhou o meu pau enquanto eu continuava a mamar o outro. Que bom foi sentir uma boca no meu pau e outro pau na minha boca ao mesmo tempo. Na posição em que eu estava, pude levar a mão até ao pau do barbudo e bater-lhe uma boa punheta enquanto ele me mamava e eu não largava o caralhão do trintão por nada.
Eu não aguentava mais e fiz sinal de que ia esporrar-me todo, ao que o que me mamava enterrou bem fundo o meu pau na garganta enquanto eu fazia o mesmo no outro rapaz. Esporrei bastante e sentia o barbudo a apertar o meu pau na goela e na boca sorvendo cada esguicho de leite com gemidos de prazer. Vendo isso, o gajo bom que eu mamava também sussurrou que ia vir-se e explodiu numa ejaculação abundante, dirigindo o pau para o lado para não me sujar a roupa. O seu corpo dava espasmos denunciando o extremo tesão que aquela situação lhe causou.

Meio zonzo, percebi que o barbudo tinha-se vindo também com a punheta enquanto recebia o meu leitinho na garganta. Sorrimos, todos com a satisfação estampada nos rostos. Subimos as calças e cada um seguiu o seu caminho, sem trocarmos uma palavra.

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