TRANSANDO NA AVENIDA

TRANSANDO NA AVENIDA
TRANSANDO NA AVENIDA

Eram umas quatro horas da mad**gada, eu e meu Nego voltávamos de uma festinha de swuingeiros. Éramos em torno de trinta e cinco casais e alguns singles, todos bem a vontade. Open bar e ótimos drinks, preparados por um excelente bartender. “Espaço hot” excêntrico e bem estruturado, regado a luxúria. Deu pra aprontar bastante!
Nós e um outro casal, pedimos um Uber, estávamos exaltados e excitados. O efeito do álcool pulsava! Eu e meu corno viemos no banco traseiro, entre nós estava a mulher, com um vestido coladinho e sem calcinha. O esposo sentou-se no banco da frente, com o braço estirado pra trás acomodou a mão na pepeca da amada. Eu grudei num dos peitos da loiraça, meu Nego no outro; a tocávamos e chupávamos incessantemente. Ela me dedilhava por baixo da saia, punhetava e mamava o pau do meu corninho. Estávamos loucos de tesão! O cacete do meu Neguinho babava e latejava! O jovem motorista, animado, perguntou se poderia participar da brincadeira. Claro que sim!
Estacionamos numa avenida, sem movimento devido ao horário, descemos do carro. O motorista me deitou sobre o capô, colocou minhas pernas pra cima e me surpreendeu com uma deliciosa chupada de buceta. Sugou meu grelho até deixá-lo bem durinho e inchado. Eu estava tão molhada que escorria grudada à sua boca. Agarrou-me pelas ancas e posicionou minhas pernas em volta de sua cintura, apertou seu corpo contra o meu. Encaixou a pica na minha xota e meteu sem dó, atolando até as bolas, mexendo sem parar. Tinha uma pegada masculina e selvagem! O safado me enlouqueceu! Gemi baixinho susurrando gostosuras ao seu ouvido. Gozei sem parar, umas quatro vezes, esguinchando pelo capô. Ele gozou em seguida. Estremeceu! Enquanto me descia com cuidado, devagarinho acariciava meu corpo. Agradecia ao prazer beijando-me e mordiscando-me, deslizava a língua desde o pescoço e a nuca, até os seios e os flancos. Um arrepio percorreu-me inteira! Bruto e carinhoso!
Um carro passou e buzinou. Uma viatura passou pela esquina ao lado. Outro carro parou ao nosso lado, tinha um casal, perguntaram se podiam assistir. Como nenhum dos cinco respondeu, eles apagaram os faróis. Observavam atentos e se pegavam lá dentro.
Enquanto isso, os outros três trepavam encostados no porta malas. Arrancaram-lhe a roupa e, nua, comiam a mulher. Meu nego ancorou-se na lataria e a colocou sentada em sua rola, o marido dava suporte sustentando-a pela bunda, abria seu cuzinho e socava a vara. Sem se preocupar com as janelas abertas da vizinhança, ela gemia alto aproveitando a DP.
A colocaram de quatro e alternavam-se ao meter (…), ora um na xaninha, ora outro no rabinho. O cacete do meu corno era maior e mais grosso que o do marido. Desta forma, ele deixou que meu corno finalizasse. O esposo tocava uma punheta, ao admirar o outro fuder com sua amada. Bombava com força na bucetinha, ela mexia e empinava a bunda, gritava para que enfiasse o pau no cu. Ele, pondo-se ao pedido da moça, afundou até as bolas, enquanto estapeava as nádegas. Ela rebolava, arrebitando-se e arreganhando-se toda. Meu corninho dedilhava o grelhinho ao montar-lhe o rabo. Ela gemia esganiçada, seu melzinho escorria pelas pernas; já bambas. Tremia e se contorcia na sua piroca grossa e gostosa. Meu corno a firmou pelos cabelos e, com as mãos em seus ombros, empurrava o cacete todo pra dentro do rabinho. Deu um urro e gozou na bunda da esposinha. Esporrou, seu leitinho quente, lambuzando-a de cima a baixo. O marido corno a ajoelhou sobre a calçada, empunhou seus cabelos e soltou um jato de porra na sua cara e boca. Ela engoliu tudinho!
Todos gozamos satisfeitos. Fantasia realizada! Fomos embora.

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