Rio de prata

Rio de prata
Queria reservar uma mesa para as 9h, é possível? Vista de rio, obrigado!
Depois de conduzir alguns minutos estou à porta de tua casa, saio do carro e chamo-te pelo intercomunicador, são 8h! Disse-me para subir e eu assim fiz, com a caixa surpresa na mão subo apressadamente os degraus dos dois pisos e chego à porta do apartamento. Ela embora demorada abre a porta com um enorme sorriso e o olhar mais luminoso.
Abraço-a e beijo-a logo ali!
Ela diz-ma para não amarrotar, mas eu acabo em desequilíbrio por empurra-la contra o sofá onde caímos desamparados.
Ainda a beija-la alcanço a sua nádega descoberta e de imediato começo a apalpar, está fresca, macia e rija. Com a outra mão apoio a cara e afasto o cabelo para que a possa beijar. Ela procura a minha braguilha e mete a mão com grande desenvoltura, sou apanhado enquanto tento rolar por cima dela. Apesar de ser um vestido curto aquela putinha não trás cuecas o que me deixa ainda com mais tesão na mão dela. Aquela cona totalmente depilada a cera é macia como o seu rabinho e a minha mão desliza entre as virilhas como um patim no gelo. Rapidamente sinto os seus pequenos lábios a acariciar o meu pulso, enquanto meto dois, três dedos dentro da cona. Ela dá os primeiros suspiros e aperta com força a minha piça ainda dentro das calças. Com alguma fúria ela tira-a para fora e num movimento pivotante vira-me o cu e fica com a boca a centímetros da glade rosa que encima a minha piça. Eu aprecio aquela beleza, aquela junção de pernas permite que todos os desejos estejam tão próximos que a minha língua consegue sem grande esforço chegar em segundos de um lado a outro. Segundos porque o prazer que quero dar à minha cadelinha é para ser devidamente prolongado.
Fecho os olhos e imagino todos os aromas que aquela cona emana, é jasmim, e salva, e a doçura do alcaçuz. Respiro fundo e mergulho sem quaisquer contemporização a minha língua na cona já húmida dela.
Depois de uma chupadela ao grelo subo com a língua totalmente exposta até ao cu dela, que macio e suavemente deixa entrar a minha língua afiada.
Ela vai escondendo dentro da sua boca toda a minha piça, sinto-a a engasgar, mas ela aperta com a mão a base do meu membro deixando ainda mais duro, aperta-o com força quando a língua chega à glade que de forma a não magoar liberta com um beijo de lábios abertos.
Sinto a mão livre procurar os tomates e embora separando-os da piça, a verdade é que o tratamento aos mesmos é igualmente estimulante.
Com as minhas mãos afasto os grandes lábios que assim permite a maior profundidade das minhas incursões linguísticas no corpo dela.
Naquela envolvência aveludada o orgasmo chegou tão rápido quanto o envolvimento dos nossos corpos. Uma descarga de sumo de cona e uma do leite da minha piça deram por finalizadas as hostilidades pré jantar, convenhamos que para aperitivo, estes preliminares tiveram muito de corajoso.
Sem mais demoras levantamo-nos se seguimos para o carro, apenas meto a fralda para dentro ajusto a gravata. Ela estica o vestido mas continua sem quecas, anda ela não tinha aberto a aporta já eu me preparava para voltar a ataca-la.
Mas antes de sair apresento-lhe a caixa surpresa, um brinquedo que comprei em Paris, um buttplug anal com um brilhante swarosvki. É em inox medicinal e depois de abrir a caixa peço-lhe para me se virar, mas ainda antes de o aplicar no rabo, aqueço-o entre os meus lábio, passo a minha língua e deixo, um pouco de saliva, para ajudar à lubrificação.
Enquanto vou rodando ela vai gemendo, com a mão libre acaricio a sua cona que me enche a mão, ela de rabo arrebitado fica à mercê do meu desejo.
Já colocado no rabo mostro-lhe como fica no espelho, fica exultante e na verdade ajuda a empinar ainda mais aquele rabo de puta fina.
As pernas bem torneadas que se apoiam nuns tacões altos tipo stileto, terminam nuns glúteos quase visíveis, mas muito decifráveis pelo cair do pesado tecido de algodão. As suas nádegas com o andar apertam por vezes as pregas da saia. E fica ainda mais exporto o poder que aquelas duas bolas de musculo têm sobre a minha libido.
São 8h45, temos de correr, caso contrario ficamos sem mesa. Bem sei que o restaurante fica a apenas alguns minutos de casa dela, mas o estacionamento não é fácil.
Apenas 5 minutos separaram a casa do restaurante, mas foi suficiente para ela voltar a por-me duro. A procura de um local para estacionar acabou por tomar mais alguns minutos, por outro lado, duro como estava seria necessário fazer baixar a bandeira e da parte dela a cona molhada que eu tilintei durante a viagem era um convite a uma rapidinha.
Enquanto dava um beijo saltei para o lugar do lado e abrindo-lhe as pernas com as minhas puxei o vestido e ao mesmo tempo desembainhei a minha piça das calças. Ela de tão húmida que estava deixou-me entrar sem pedir licença, ali no escuro da sombra que uma arvore mais baixa que o candeeiro, somos a amantes com pressa, tão rápido foi a coisa que ainda não eram 9h já estávamos fora do carro novamente alinhados para ir ao restaurante.
A porta iluminada abria a oportunidade de saciar outros prazeres, uma refeição meticulosamente escolhida incluía num menu afrodisíaco e uma carta de vinhos, cujo palato serviria como amuse bouche para o que se seguiria.
Depois de um excelente jantar seguimos para a esplanada que na continuação da mesa nos permite chegar à pista de dança, onde podemos fazer alguns alongamentos, e mostrar o quão bela ela é. Bela, sexy e atrevida, pois o olhar de muitos que nos acompanhavam nas mesas laterais era de muita atenção, não seria pela vivacidade muito menos pela técnica, garanto que aqueles glúteos fizeram furor naquela noite de dança, o brilho dos seus olhos acariciou-me o ego e arrastada pela mão levo-a dali, vamos até à praia a correr de sandálias na mão corre pela rua até à vereda que cai sobre a margem do rio. Encostado ao talude mostro-lhe a outra margem iluminado pelo luar. Ela encostada a mim, procura a minha braguilha para novamente me tirar para fora a piça. De joelhos começa por chupar a cabeça e depois segura com os dedos a piça enquanto passa a língua ao comprido até aos tomates que engole e acaricia com a língua.
Agora a minha piça está a sua mão e eu de olhos fechados imagino o que se lhe seguirá.
Ela introduz novamente a piça na boca bem ao fundo e como é detentora de uma técnica única, em poucas bombadas põem-me quase a ter um orgasmo.
Ainda de pau duro ela levanta o seu vestido e de marcha a trás atraca totalmente o meu pau e começa a bombar.
Eu sinto a sua jóia no cu a bater no meu baixo ventre, e isso deixa-a mais excitada, é como se tivesse duas piças dentro dela.
Agarrando nos seus mamilos ela geme bem alto para a lua, como uma musa, a liberdade para esse grito de prazer excita-me ainda mais e tenho mesmo de fazer um esforço para não me vir novamente, consigo que ela se venha antes e quando estou quase a vir-me ela baixa-se e chupa-me o leite todo lambe-me a piça e volta a mete-la na sua cona, repetimos os movimentos e ela obtém novo orgasmo.
Já sentados na areia deixamo-nos adormecer a ver a prata correr rio abaixo.

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