Dia de Foda Farta – Sexo Gay em Sitíos Públicos

Dia de Foda Farta – Sexo Gay em Sitíos Públicos
Recentemente conheci aqui no xhamster um homem que se tem tornado um grande amigo, temos imensos gostos, fetiches e fantasias em comum. E um grande amigo não serve só para conversar, o amigo perfeito trata de dar prazer. E foi isso que fizemos um ao outro no nosso primeiro encontro, um encontro que acabou em partilha de mamadas, fluídos, e sobretudo fantasias em comum, que contadas ao vivo ganham outra magnitude na tesão que proporcionam. Uma delas, cruising, ou dogging, ou engate, como lhe quiserem chamar. Propus que um dia saíssemos de casa cedo e fossemos de carro por aí fora, tentar foder o mais possível, entre nós e com outros. Um dia dedicado ao prazer carnal.Esse dia aconteceu ontem.
Destino escolhido: Lisboa. Saímos da zona centro pela A1, a auto estrada de eleição para quem procura machos cheios de esporra para dar, por experiência própria sei que assim, das diversas vezes que faço essa viagem para Sul. Passadas as áreas de serviço de Pombal e Leiria (onde não se passa nada sinceramente), chegámos à área de descanso de Fátima. Era um Domingo de manhã, e como imaginei, a maior parte dos carros que paravam eram de famílias com ideia de descansar das suas viagens. Como tínhamos todo o tempo do mundo resolvemos ficar um pouco à espera, na esperança de foder com alguém interessante. Entretanto fomos conversando, chupando o caralho um do outro, vendo fotos e vídeos aqui do Xhamster, leite pré ejaculatório a jorrar dos nossos paus, tal era a vontade de foder. Em vão. Até que chegam uma mãe e um filho para fazerem as suas necessidades, ele bastante apetitoso, rapazito, gordito. Sem se aperceber que estava gente no nosso carro, decidiu mandar uma mijadela ali mesmo, fora da casa de banho, contra uma árvore mesmo de frente para nós. Que delícia de caralhinho!! Apesar de gostarmos muito mais de pessoas maduras, pessoalmente delicio-me com gordinhos de qualquer idade, e esta visão foi o culminar de uma excitação incrível. O rapazito de calças abertas, pau para fora e um fio de mijo a sair daquela ferramenta nova e linda. Não me teria importado de apanhar com a boca todo aquele mijo, e depois lamber aquela piroca até à exaustão, dar-lhe o prazer de um broche feito por um macho, os melhores que existem. Infelizmente, ficou tudo isso na minha mente. Eles abandonaram. Estávamos tão cheios de tesão com tudo aquilo, que saímos do carro, ali não dava jeito para brincar mais intensamente. Sozinhos na área, fomos para as instalações sanitárias do local, onde há um bebedouro de água, e mesmo aí caí de joelhos a chupar o meu amigo, que ficou com ângulo de visão para controlar a chegada de carros. Até me esporrar todo, leite que nunca mais acabava. Mesmo a tempo, porque imediatamente a seguir chegou outro carro, entrámos no nosso e seguimos caminho.
Paragem na estação de serviço de Aveiras. As gloriosas casas de banho exteriores ainda estão fechadas, e talvez para sempre, porque assim é pelo menos desde Agosto de 2018. Fodi muito e bem naquelas casas de banho ao longo destes últimos 15 anos pelo menos. Havia sempre alguém disponível para a brincadeira. quem parava ao fim da tarde, se fizesse uma breve análise do espaço, verificava que a esporra estava por todo o lado naqueles urinóis, paredes e chão dos cubículos. E creio que tenha sido esse o problema. Não custa nada ter cuidado e deixar tudo limpo, sei que é engraçado mandar uma esporradela mesmo à porquinho, mas depois, à conta disso, fecham estes sítios fantásticos. Não havia sitio melhor para foder com camionistas e afins.Depois de contar algumas histórias pessoais ao meu amigo, grandes fodas e mamadas que dei por ali, decidimos meter-nos à estrada novamente.
Chegados a Lisboa fomos almoçar ao Parque da sNações, com um propósito, porque antes decidi mostrar ao meu amigo a incrível casa de banho da Gare do Oriente. Ao longo dos anos já deixei algum leite nesta casa de banho também, é um antro de masturbação conjunta sobretudo. Mas enfim, essas são outras memórias que partilharei noutra altura. O ambiente na casa de banho estava sossegado, só um tipo batia uma punheta num urinol, longe do nosso género, fiquei a ver um bocado mas em breve abandonámos.
Almoçados, decidimos voltar à mesma casa de banho, e que diferença fez aquela hora. A casa de banho estava repleta de fodedores, mamadores e punheteiros. O ambiente era de perversão. Quase todos os urinóis ocupados e zero som de mijo, todos estávamos ali para o mesmo, o amor por caralhos e colhões cheios de leite. Coloquei-me ao lado de um cota no meu entender perfeito, na extremidade da fila de urinóis, ao nosso lado uma fila de 8 pessoas a bater punhetas, a olhar para os paus uns dos outros, uma visão incrível e quase impossível de acreditar. Mas é mesmo assim naquela casa de banho! “O meu” macho devia ter uns 45 anos, ar forte, tinha um tom de pele escuro, parecido com o do nosso Primeiro Ministro. Era peludo, bonito, barriga saliente e bem definida, um rabo bem definido e também de boa forma, bom para umas palmadas. Piscou-me o olho. Começei a bater uma punheta enquanto lhe tentava ver o pau. E minha nossa, quando se afastou do urinol, avistei um pau e tomates que fazia jus ao resto do pacote, tamanho ideal de 15cm mais ou menos, caralho gordo, bem grosso, com uma cabeça linda, bem vermelha e brilhante, cheio de veias, e pendurados uns colhões ainda melhores, grandes, de macho cobridor, como gosto!! Raramente fui passivo na minha vida, mas co um macho assim seria novamente, na imaginação aquele colhões de boi a bater nos meus enquanto me comia com aquele pau fantástico.Fiquei doido! Fomos batendo punheta a olhar um para o outro, ele fazia-me gestos e expressões de prazer que me estavam quase a fazer vir, era bem travesso este macho. Estava morto por meter aquele caralho na boca, teria sido um escravo daquele pau noutra situação, mas tudo acabou com a chegada de um segurança. Dada a circunstância decidi abandonar com o meu amigo, que pouco antes da chegada do segurança, tinha saído de um dos cubículos de sanita. Até me tinha esquecido dele entretanto, toldado pela visão daquele macho que poderia fazer de mim o quisesse tal a perfeição que era. Saímos da casa de banho e contou-me então, o meu amigo, que se tinha fechado nesse cubículo com um cota que gostou. Tinha-se esporrado com ele. Para iniciante nesta arte da putice, tinha tido mais sorte que eu. Com a problemática do aparecimento daquele segurança, perdi um bocado as ideias, e agora confesso estar muito chateado comigo próprio, por não ter esperado cá fora por aquele homem magnifico. Nunca vou chupar aquele macho! Não me canso de repetir que era de uma perfeição, aquele caralho e colhões vão ficar para sempre na minha memória. Sempre que ali voltar vai ser com a esperança de ver este tipo novamente. Podíamos ter trocado contactos, não me lembrei de tal coisa.
E então decidimos abandonar para o nosso próximo destino de brincadeira, ainda não tínhamos conseguido o que queiramos, brincar com outros os dois juntos.
Mata de Queluz, mais conhecida por Matinha, fica nessa zona, mesmo ao lado da Segunda Circular, uma mata grandinha, com caminhos labirínticos onde se pode fazer tudo à vontade. Algumas vezes existem casais a passear e gente a fazer exercício, mas 95% do público é gay à procura de festa. Chegados, encontrámos um parque de estacionamento cheio. Andámos imenso tempo a pé pelos caminhos principais da mata. Sem sorte. Porque não agradávamos aos que nos interessavam, e a maior parte não nos agradava a nós. Até que, finalmente, avistei um belo gordo nos seus 50’s, mostrou-se interessado em brincar a três, era gordo, não muito bonito, mas pareceu-me maroto como nos e gosto bastante disso. E lá fomos procurar um local mais escondido. O volume era grande dentro das calças dele, apalpei com gosto, e curiosidade, para saber o que escondia ali. Depois de alguns linguados profundos, apalpanços por todo o lado, gostei muito a barriga grande e dura dele, passagens de mãos por peitos e mamilos, chegou a hora de tirar os caralhos para fora. E que bom que era, não com a perfeição da picha do tipo da casa de banho, mas igualmente fascinante. Não tinha um caralho comprido, uns 14cm, mas era de uma grossura descomunal, e cheio de veias, uma cabeça apetitosa, já cheia de líquidos, à espera de ser usada. Caí de boca, mamei um pouco, o meu amigo juntou-se a mim e chupámos aquela verga gorda ao mesmo durante um pedacinho, porque fui puxado para cima para um troca de língua. Ele gostava de ser ocupado nos dois lados, fui alternado com o meu amigo. Que caralho tão cheiroso, de macho bruto, um certo cheiro a suor que me agrada imenso. A jorrar líquido ejacultório, que tesão! Fomos então alternando entre o caralho e a boca dele, um em cada lado, à vez. Entretanto apareceu outro tipo que só nos queria ver a foder, um mirone, dono de um caralho enorme de alguns 20cm, que masturbava de forma bastante acelerada, deliciado com o espetáculo a que o deixámos assistir. Enquanto estava na minha vez de mamar este macho, ele ameaçou esporrar-se, senti que estava perto e preparei-me. Teria levado com aquele leite na boca de bom grado, mas afastou-me, fiquei ali de joelhos a bater uma punheta rápida enquanto admirava aquele boi a esgalhar o seu caralhão grosso, na ansia de despejar a sua deliciosa leitada. E que senhora leitada, uma fonte de esporra branca e grossa. Jatos atrás de jatos de esporra, mesmo muita, teria engasgado com aquele leite todo. Adoro quando estes machos gordos se esporram daquela forma, com 8 ou 9 jatos de leite, grandes, a esguichar a uma distância incrível. Tive quase a esporrar-me também, a imaginar-me a levar um banho com aquele leitinho todo. Um desperdício de proteína! O verdadeiro macho de cobrição, a grunhir alto e bom som, enquanto se esvaziava, aquela sacudidela final para as ultimas gostas de semente serem libertadas, um pau satisfeito, uns colhões mais vazios. Que visão maravilhosa. Entretanto olho para o lado e o outro tipo de pau comprido também se estava a esporrar, umas gotinhas, nada mais que isso, um mirone fraquinho. Apesar da fascinação de tal momento, decidi guardar a minha produção para outra ocasião, gosto muito mais de me vir enquanto me ocupo de outro corpo, seja a beijar, mamar ou enrabar, e a brincadeira ali estava fechada.
Então abandonámos todos o local. Eu e o meu amigo ainda de colhões cheios. Mais umas voltas pela Matinha, mas sem sorte. Voltámos ao carro e nem 5 minutos depois chegam dois tipos interessantes. Um foi logo para dentro da mata, e o segundo, o melhor dos dois, ficou por ali, deambulou um pouco pelo parque de estacionamento e depois parou na entrada para a mata. Era bonito, gordo como gosto, uma possível boa foda. Estava cheio de vontade de me esporrar e lá fui eu, desta vez sozinho. Quando passei por ele, fiz-lhe sinal de aprovação, entrei na mata e esperei. Dois minutos e juntou-se a mim. Beijos de língua dados, abraços e reconhecimentos de corpos, umas lambidelas nos mamilos. E caralhos para fora! O dele bem pequeno, uns 8cm, mas grossinho e com uma cabeça linda. O tamanho para mim não importa, desde que o caralho seja bonito e com prepúcio, adoro! Finalmente ia voltar a esporrar-me? Não. Depois de umas lambidelas naquele pauzinho, e uma punheta rápida, o gajo veio-se logo, dois ou 3 jatos de leite que apanhei com a mão, atrevi.me a saborear um pouco e partilhei com ele na boca, num linguado doce. Rapidinho que foi este tipo, não me esporrei novamente.
Não podíamos continuar ali por mais tempo, já se fazia tarde e era hora de regressar a casa. E lá fomos, sem paragens, até chegar novamente à área de descanso de Fátima. Haviam alguns carros estacionados. Ficámos dentro do carro à espera, enquanto conversávamos, masturbamo-nos um ao outro, lentamente, partilhando o que vivemos ao longo do dia. Apareceram dois ou três tipos interessados em brincar, nota-se logo, mas que não nos agradavam, um novo e magrinho, outro novo e efeminado demais. Não obrigado! Cada um é como cada qual, mas gosto de machos a sério, com ar masculino, com a mesma tesão que eu para foder.
Já de noite ficámos só nós e um camionista na área de serviço, esse não queria brincadeira, um amante de cona certamente, e também não era nada de especial. Até que chegou um cota bem apetitoso, nos seus 50 e muitos anos, barriga jeitosa, bem parecido, um bom macho! Disse ao meu amigo para se juntar a nós em alguns minutos e lá fui eu reconhecer terreno. Foi logo óbvio que ali estava para brincar. Cada um no seu urinol, ele acabou de mijar e passou a brincar com o caralho que foi ficando duro. O meu já vinha nesse estado do carro, e mostrei-lho com gosto. Fica
ámos algum tempo na punheta, a olhar um para o outro. Aproximei-me, ele meteu-se de forma a que o chupasse enquanto vigiava a entrada da casa de banho. Um pau normal, 15cm, nada de especial, mas com uns colhões muito bons, gordos e cheio de leite. Depois daquela mijadela, tinha aquele cheirinho a urina, junto com o cheiro característico de um caralho, sem exagero, uma tesão! Chupei um pouco e depois trocamos, o tipo chupava muito bem, e com vontade. Foi a segunda boca que me chupou naquele dia, a situação ideal, dar e receber prazer. Na hora de trocar novamente ouvimos barulho, calças puxadas para cima para não sermos apanhados, situações de risco que adicionam prazer ao acto. Era o camionista que enchia uma garrafa de água, no bebedouro ao lado da casa de banho. Parámos e saímos para junto dos carros, conversámos sobre a intenção grande de fodermos. O tipo era simpático e afável, gosto de pessoas assim, nestas andanças acumulam-se os que entram mudos e saem calados. Foda-se, se estamos prontos para foder, qual o problema de conversar? Nesta hora o meu amigo veio ter connosco, mas ficou a brincadeira sem efeito por causa do camionista estraga fodas. Pensei eu!! O outro tipo estava ainda com mais tesão que nós, e não queria regressar a casa de tomates cheios. Afastado o camionista, decidimos entrar novamente na casa de banho e reiniciar a boa foda que já tínhamos começado.E que bom que foi! Meti-me de joelhos a mamar este macho novamente, ele fez um gesto para o meu amigo se baixar também. Eu não queria acreditar, este gajo era um bem maroto e com boas ideias. E lá estávamos nós, a fazer algo que queríamos muito: chupar um bom caralho os dois ao mesmo. Adoro essa partilha, línguas, saliva e um caralho super teso pelo meio. Sentir as textura, os líquidos que correm. Os dois ao longo de todo o caralho, ou um no mastro e outro nos tomates. O meu amigo excitou-se tanto que teve que se levantar para se esporrar no urinol ao lado. Ouvi os gemidos dele de satisfação, e isso ainda me deixou mais louco. Continuei a minha mamada, com vontade. O nosso macho perguntou se se podia vir na minha boca, ao que respondi afirmativamente. Adoro sentir um caralho a inchar pronto a explodir, caprichei na mamada, acelerando os movimentos. Que gosto sentir jatos de esporra na boca, imensos, uma esporra de bom sabor, docinha, de um macho a sério. “Ai que bom! Vou-me esporrar! Bebe esse leitinho!”. Era leite a mais e algum caiu ao chão, não consegui aguentar tudo na boca. ” Foda-se, que bom, chupa esse leitinho, mama esse caralho todo!”. Últimas gotas saídas daquele caralho e levantei-me do chão, e não resisti, partilhei aquela esporra toda com o meu amigo, num linguado profundo, enquanto batia uma punheta acelerada. Leitada do nosso macho desconhecido consumida, e estava pronto para largar a minha dose! E que dose! Segunda esporradela de um dia de loucuras, só podem imaginar o leite que atirei para o chão daquele sitio. 4 ou 5 jatos de esporra farta. “Agora sim, vou bem para casa! Que foda tão boa” disse o nosso macho.Gargalhadas de satisfação de todos, alguma conversa descomplexada, limpei o meu leite do chão e fomos todos embora.
Que boa forma de acabar o dia. Colhões vazios de esporra, estômagos cheios de leite. Um bom dia de fodança e putaria com este meu novo amigo, que espero ser a primeira de muitas. E cá estarei para partilhar convosco.
Espero que tenham gostado. Comentem o que leram, e se souberem de bons sítios onde se possa foder partilhem. 🙂

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